<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description></description><title>epitáfios</title><generator>Tumblr (3.0; @psicografando)</generator><link>http://psicografando.tumblr.com/</link><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m308yaeCNe1qdqn69o1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/21948613630</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/21948613630</guid><pubDate>Fri, 27 Apr 2012 21:35:13 -0400</pubDate></item><item><title>"Resolvi ouvir aos conselhos mais clichês. Sabe? Aqueles que você já está cansado de ouvir, mas que..."</title><description>“Resolvi ouvir aos conselhos mais clichês. Sabe? Aqueles que você já está cansado de ouvir, mas que nunca tentou colocá-los em prática. Pela primeira vez tornei a desligar o rádio e procurei ler um livro. Resolvi pular as sete ondas, sendo reveillon ou não, afinal nunca é tarde para acreditar na sorte. Troquei o café rotineiro por uma xícara de chá de erva doce. Procurei ao meu homizio sem sair da confusão. Dos meus olhos plissados, fiz notas musicais; da minha boca amarga, uma nuvem. E deixei-me levar. Dei valor ao frágil e usei do forte. Revivi a minha infância como quem refaz um sonho. Resolvi, pela primeira vez, contar estrelas e me perdi quando já era dia. Atravessei a rua de pés trançados. Desenhei de olhos fechados. Contei dez dedos em uma mão e custei-me a descrer disso. Trouxe o insolente e o refiz em rosas. Pela primeira vez eu resolvi viver.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Matheus Silva&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/21459967975</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/21459967975</guid><pubDate>Fri, 20 Apr 2012 19:40:00 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ltdq1fKNfi1qi23vmo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/21288400521</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/21288400521</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 18:20:40 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m2na18VjuG1qcmf6yo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/21288359134</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/21288359134</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 18:19:56 -0400</pubDate></item><item><title>"E mesmo nas madrugadas mais frias, eu ainda sinto o teu calor. E nos silêncios mais profundos, ouço..."</title><description>“E mesmo nas madrugadas mais frias, eu ainda sinto o teu calor. E nos silêncios mais profundos, ouço tua voz. Mesmo no escuro, enxergo teu olhar. Sinto teu toque, mesmo anestesiado. O teu cheiro, ainda que gripado. Sinto tua alma, tua calma. Independente de estar cá ou lá; de ter ou querer. Sinto você.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Matheus Silva&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/21287976083</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/21287976083</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 18:13:00 -0400</pubDate></item><item><title>"As coisas parecem tão monótonas. Os pingos de chuva na janela, o sapato velho jogado ao centro da..."</title><description>“As coisas parecem tão monótonas. Os pingos de chuva na janela, o sapato velho jogado ao centro da sala, o sofá revirado e as almofadas ao chão. Justamente num domingo, onde, na maioria das vezes, serve como alívio, hoje me incomoda. A TV ligada repassa qualquer informação aleatória que não me interessa muito. Da janela, as pessoas correm tentando não se molhar e as crianças riem ao ver seus pés sujos de lama. Do corredor um cheiro de almoço e aquelas discussões familiares típicas de domingo. O dia vem sendo ainda mais preocupante por eu, sempre tão alerta de tudo, estar em logoff. Há alguns dias tudo vem sendo diferente para mim. Falta-me vontade de ir e vir, sorrir e despir-me de novidades. Há alguns dias eu me reservo em um mundo onde o meu eu apenas encontra a si mesmo. Venho sendo monótono como esse domingo chuvoso, sem expectativa de mudança. Já chorei o que choraria em um ano e já me arrependi do que nem cheguei a fazer. Esses sapatos velhos, esses pingos de chuva, aromas e barulhos me dão uma presença material que me causa ainda mais remorsos. Pareço ser o único em constante conflito contra si mesmo. Porém eu sei que, como os domingos - chuvosos ou não - ainda há uma semana inteira. E que mesmo este sendo o meu domingo, ele nunca será eterno.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Matheus Silva&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/20723316875</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/20723316875</guid><pubDate>Sun, 08 Apr 2012 13:49:07 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_m0lttoHMMq1qg1olqo1_500.png"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/20423348733</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/20423348733</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 16:31:38 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m1vaj9OEB21qfurw6o1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/20423116789</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/20423116789</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 16:27:33 -0400</pubDate></item><item><title>"Já passavam das oito. Seu café, que virou rotina desde quando ele a perdeu, estava frio. Seus pés -..."</title><description>“Já passavam das oito. Seu café, que virou rotina desde quando ele a perdeu, estava frio. Seus pés - já cansados na soleira da janela - delineavam a lua e seus olhos refletiam o brilho dela. Suas mãos serviam de travesseiro para uma mente longe. Era difícil compreender o que passava em sua cabeça agora. Era o primeiro domingo de abril e ele não costumava permanecer tanto tempo assim. Era inquieto, Hiperativo - com “h” maiúsculo -. Sob seu peito alguns rascunhos, nada convencionais. Dentre eles, um me chamou a atenção: “É difícil ter que encarar tudo sozinho novamente. Ter que segurar a lua em meus pés, e não ter o seu para completar. Eu nunca pensei que fosse dizer isso, mas as coisas parecem centenas de vezes mais difíceis sem você. Faz-me falta das suas observações em dizer que éramos como as laranjas. Do jeito com que você segurava a minha mão e me fazia acreditar que por ter onde me apoiar eu jamais voltaria a cair. Agora são 8:42 e eu devo estar aqui há umas três horas. Já escrevi e reescrevi a nossa história inteira centenas de vezes, mas parava perto do fim. Uma vez você disse que sob as linhas de trem anda-se apenas à dois, mas nunca deu a entender que um dia o trem poderia passar. E ele passou. Passou para mostrar que as coisas tendem a cair mesmo muito seguras; passou para levar você de mim. Eu não sei exatamente a que distância você está agora, mas eu permaneço caminhando sob a linha de trem. E nesse trilho eu ainda encontro você nos pontos laranjas da areia. Na lua em formato de laranja. Nessa carta que um dia voltará a ser laranja.””&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Matheus Silva&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/20387235735</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/20387235735</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 22:23:00 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m1vqptzcBT1qciuh6o1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/20383706180</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/20383706180</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 21:31:38 -0400</pubDate></item><item><title>"Sua cama estava bagunçada. Entre o sobre-lençol amassado estavam as roupas da noite anterior - e até..."</title><description>“Sua cama estava bagunçada. Entre o sobre-lençol amassado estavam as roupas da noite anterior - e até as de muito tempo atrás -. Estavam também as lembranças. Por incrível que pareça, ele saiu ontem vestindo a roupa que mais lhe agradasse e com o melhor perfume dentre os tantos de seu armário. Saiu para forrar a imagem de quem tinha o travesseiro como ombro amigo. Tomou três doses sem exitar e buscou esconder as doses de sofrimento que tanto estava acostumado a tomar. Fez de conta. Caminhou como quem caminha sem tropeçar. Fitou olhares como quem nunca os quis abaixar. Contou seis, nove, dezoito pessoas como amigas. Transformou a dor em valsa; a solidão em êxtase. Mal sabe ele que quando acordar no dia seguinte, mesmo com a sua cama repleta de lembranças e com suas roupas - que já nem seu cheiro tinham mais - jogadas entre elas, que o travesseiro voltará a ser seu ombro amigo. E as doses que antes trouxeram a loucura, hoje o fazem infeliz. Mal sabe ele que seus tropeços ainda estão ali e que seus olhos permanecem cabisbaixos. Agora ele está no meio de quem ele jamais quis estar. Está lamentando o fato de uma noite não servir para a vida inteira. E mesmo ali, em toda aquela bagunça, ele sente-se acomodado. Vontade ele tem, mas viver faz falta.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Matheus Silva&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/20377412073</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/20377412073</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 20:01:00 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ltl1bnQAgz1r13ftyo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/20375320266</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/20375320266</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 19:30:24 -0400</pubDate></item><item><title>"O que eu realmente quero que você saiba é que não importa o tempo que passe, o que aconteça ou o que..."</title><description>““O que eu realmente quero que você saiba é que não importa o tempo que passe, o que aconteça ou o que a vida nos ensine. Não interessa quem somos ou quem vamos nos tornar. O que vale é o que carregamos dentro de nós. E você, guarde isso na memória para todo o sempre, eu te carrego junto comigo todos os dias.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Clarisse Corrêa&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/19651319737</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/19651319737</guid><pubDate>Tue, 20 Mar 2012 19:54:30 -0400</pubDate></item><item><title>"Faça. Continue fazendo. Mesmo que não percebam a evolução. Continue fazendo. Mesmo que não deem..."</title><description>“Faça. Continue fazendo. Mesmo que não percebam a evolução. Continue fazendo. Mesmo que não deem valor as transformações. Faça e faça bem feito, mesmo que por estar tão próximo não sejam capazes de notar. Tente, se errar, tente novamente. Se pensar em desistir, desista de pensar em desistir e continue acreditando. Quando estiver cansado, respire, se imagine onde deseja estar. Confie. É preciso que alguém mantenha essa confiança e a disciplina te leva a esse estágio. Você precisa confiar em si mesmo, ainda que todos duvidem, ainda que todos desdenhem, ainda que até a pessoa que você mais ama não seja capaz de confiar. Não espere nada de ninguém. Toda esperança é frustrada SEMPRE. Faça sem desejar nada em troca. Faça porque te faz bem. Faça porque ao estar colocando em prática te sentes vivo. Ouse, arrisque, viva. Não deixe que ninguém conquiste o impossível por você. Não tema o desconhecido. Enfrente se preciso for. Tenha fé, não precisa colocar seus anseios nas mãos de nenhuma divindade, mas mantenha a fé, ela é o canal por onde toda sua força de vontade e todo o seu pensamento positivo circulará. Seja tolerante com quem é incapaz de lhe entender. Seja rigoroso com seus compromissos. Ao se comprometer, assuma todas as consequências. Lute. Lutar enobrece a alma, fortalece o ser. Enquanto eles dormem, nós trabalhamos. Enquanto eles se divertem, nós vamos abrindo os caminhos. Divirta-se, esbalde-se, exercite seu limite. Se preciso for, exagere para descobrir até onde é capaz de chegar, mas faça com consciência. A consciência é a medida que determina o veneno da cura. Quando tudo isso acabar, pois nada é eterno de fato, perceba, você proveu forças de transformação, não passou em vão por esta existência, registrou algo nesse plano. Faça seus planos consciente de que a diferença entre o sucesso e o Fracasso é o tempo que o fracassado levou para desistir. Não desista.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Tico St. Cruz&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/19293291404</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/19293291404</guid><pubDate>Wed, 14 Mar 2012 12:20:54 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lyj5t8AGp81qh5xh1o1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/19218036824</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/19218036824</guid><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 22:57:25 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_m0a7m3QysE1qf2uito1_500.gif"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/19217941829</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/19217941829</guid><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 22:55:47 -0400</pubDate></item><item><title>"Não me considero uma pessoa ruim. Nunca matei, roubei ou enganei. Procuro ter honestidade comigo,..."</title><description>“Não me considero uma pessoa ruim. Nunca matei, roubei ou enganei. Procuro ter honestidade comigo, com os outros e com meus sentimentos. Tudo bem, às vezes eu me passo a perna. E nem sempre ajudo tanto quanto gostaria. É que não basta apenas não fazer o mal: você precisa procurar o bem. E fazer o máximo possível. Eu queria poder recolher todos os cachorros da rua. Também queria poder ajudar todas as crianças que não têm casa. E também queria visitar todos os idosos que são jogados nos asilos e esquecidos pelas famílias. Mas não posso carregar o mundo nas costas. Se eu posso, eu ajudo. Se eu não posso, eu tento. É assim que funciono. Se gosto de você de graça vou ter o maior prazer em te ajudar. Mas se não vou com a sua cara jamais me aproximarei de você por interesse. Quando alguma zebra acontece, não fico me lamuriando e perguntando será-que-joguei-pedra-na-cruz. Não procuro um culpado, alguém para pagar a conta. Neste caso, a gente tem que olhar primeiro para o umbigo, pra depois olhar para o lado. Mas não pense que sou uma pessoa passiva, que aceita tudo numa boa sem bater o pé, que é conformada e da de ombros. Me revolto, luto pelo que é meu, grito, xingo, choro pra colocar tudo pra fora. E depois tento ressurgir das cinzas ou seja lá da onde for.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Clarissa Corrêa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/19191231239</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/19191231239</guid><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 15:47:00 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_m0qqmawp1s1qcmf6yo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/19142885684</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/19142885684</guid><pubDate>Sun, 11 Mar 2012 18:03:46 -0400</pubDate><category>amy winehouse</category></item><item><title>"É preciso se expôr sem medo de dar vexame. É preciso colocar o trabalho na rua. É preciso saber..."</title><description>“É preciso se expôr sem medo de dar vexame. É preciso colocar o trabalho na rua. É preciso saber ouvir um não e, depois de secar as lágrimas, seguir batalhando. Arriscar, é o nome do jogo. Muitos perdem, poucos ganham. Mas quem não tenta, não tem ao menos o direito de reclamar.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Martha Medeiros&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/19138555044</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/19138555044</guid><pubDate>Sun, 11 Mar 2012 16:53:02 -0400</pubDate></item><item><title>"Temos a mania de achar que amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, na internet, nas..."</title><description>“Temos a mania de achar que amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, na internet, nas paradas de ônibus. Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas platéias dos teatros. Ele certamente está por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade. Há quem acredite que o amor é medicamento. Pelo contrário. Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de auto-estima. Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: “Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu.” Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem de si mesmas. O Amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo. Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia. É esta a condição. É pegar ou largar. Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada. Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados. O amor é o prêmio para quem relaxa. As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Martha Medeiros&lt;/em&gt;</description><link>http://psicografando.tumblr.com/post/19138491657</link><guid>http://psicografando.tumblr.com/post/19138491657</guid><pubDate>Sun, 11 Mar 2012 16:51:59 -0400</pubDate></item></channel></rss>

